quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Crescer?!

Será que isto é crescer?! Ou será apenas parvoice minha?
De há uns tempos para cá tenho conhecido em mim novos sentimentos que não tinha. Quer dizer.... se calhar até os tinha, mas não eram tão vincados. E não gosto. Não gosto de ter ciúmes quando nem os devia ter. Não gosto de ser possessiva, já que ninguém é de ninguém. Não gosto de ser desconfiada. Não gosto de ser insegura. Mas às vezes gostava que gostassem de mim.. que me o dissessem, que me o mostrassem. Não estou a falar do gostar de amigo... será assim tão dificil compreender?
Se crescer é sinónimo a sofrer assim, entao nao quero crescer.
NÃOOOOOOO QUEROOOOOOOOO!!!!

domingo, 3 de agosto de 2008

Quando uma noite acaba quase na perfeição

Quando nos apaixonamos não sabemos como, nem porquê e muito menos o que vemos na pessoa. Mas acontece.
Mais estranho ainda é sentirmo-nos completamente à vontade para falarmos com essa pessoa sobre toda a nossa vida, os nossos medos, os nossos receios, as nossas inseguranças mesmo sem ela nos perguntar nada...
E quando nos conhecem tão bem k sabem ver o nosso estado de espírito?! É horrivel!!
Serão apenas bons amigos? Acho que não dá mesmo para pedir mais... :) Afinal comigo nunca dá para pedir mais. chega sermos bons amigos! O resto é sempre demais!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Mafaldisses: Crónicas sobre rodas




este é o livro...




Há uns anos que a conheço e orgulho-me de a chamar de amiga.


Na preparatória ela era a menina de cadeira de rodas...


Na secundária, por capricho do destino, tornou-se numa das minhas melhores amigas. Com ela aprendi que "não posso" não se deve dizer. Que antes de desistir, devemos tentar. Foi com ela que descobri o gosto pela escrita e pelo jornalismo. Nunca gostei tanto de subir dois andares, apenas para ir p a sala do jornal da escola... hehe! Era uma aventura sair com ela da escola...mas quantas vezes não fomos dar as nossas voltinhas?!


No final do secundário a vida decidiu que nos havia de afastar, mas anos volvidos, voltamo-nos a encontrar e a aproximar. E que saudades eu tinha tuas.... as saudades que tenho agora!


Sempre teve jeito para a escrita (por algum motivo foi para jornalismo) e já na adolescencia escrevia os seus textos. Adorava cada um deles.


Em Maio, finalmente, apresentou-nos o seu "filhote": Mafaldisses: Crónicas sobre rodas. Infelizmente nao pude ir ao lançamento, mas não podia de deixar de comprar o livro. Afinal, cada crónica seria um ensinamento e não me enganei.


Devorei o livro, como se de um romance se tratasse. O livro é uma compilação de crónicas que a Mafalda escreveu ao longo do último ano, e outras mais antigas (eu percebi). Crónicas estas que falam sobre a sua vida, sobre o que é viver numa cadeira de rodas numa sociedade que olha para os deficientes como algo extra-sociedade... Para mim, o que ela escreveu não foi novidade. Eu própria já o havia comprovado nos anos em que privei mais de perto com ela.


Tive a sorte de me ter cruzado no caminho da minha piolha e de ter aprendido imensas coisas com ela. É sem dúvida o meu grande exemplo de vida e de coragem, assim como os pais. Este grande senhor e esta grande senhora que tiveram a coragem (sim, a coragem!!) de recusar levar para casa uma menina saudável em vez da menina deficiente que teria poucos dias de vida.


Tenho orgulho de poder dizer que sou amiga da Mafalda e que a adoro por tudo o que ela é!!



... esta é a autora

sábado, 26 de julho de 2008

Será que sou assim?!

Que ando estranha, já há algum tempo que sei...
Que ando farta de mim, também há algum tempo que ando...
Mas começa a ser incomportável...
Raios....
Há dias em que me apetece...desaparecer!
Para quê sofrer mais?! Para quê lutar se sabemos que vamos perder?!
Deixar a vida passar não é solução, mas não será o mais fácil?!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Festival Delta Tejo

Este ano dei numa de ser doida e assistir a concertos até mais não... há pancadas assim...

Este fim de semana, mais precisamente no sábado, fui até ao Delta Tejo no Alto da Ajuda assistir ao dia dedicado às divas da musica luso-brasileira, como a organização apelidou o dia. Em cartaz no palco principal estavam nomes como Mart'nália, Ana Carolina, Mariza e, como cabeça de cartaz, Adriana Calcanhoto.

Todas elas em registos diferentes, confesso que o que menos gostei foi mesmo Adriana Calcanhoto. Estava no seu espectáculo habitual, claro, mas aquilo era um festival e talvez devesse ter isso em conta.

Mart'nália fez-me quase sambar (apesar de nao saber). Do pouco que vi e ouvi levou-me ao sambodromo (literalmente falando).

Ana Carolina foi quem me levou ao festival. Sempre gostei imenso dela, ou pelo menos das músicas que conhecia (sim, porque descobri que não conheço imensas) e não podia deixar passar a oportunidade de a ver ao vivo. Letras fortes, com grande critica social, ou letras mais a puxar ao coração, a moça cantou e encantou o público. Desde o concerto dos Bon Jovi que nao me arrepiava com uma canção a ser cantada por todos!

Mariza foi Mariza... teve a participação especial de Tito Paris e o ponto alto, pelo menos para mim, foi quando cantou o "O gente da minha terra" junto ao público. Confesso que aquela proximidade me intimidou e não estava à espera. Subiu uns pontinhos na minha consideração!

Bem...Adriana Calcanhoto acho que nem precisa de mais considerações... saí a meio do concerto e acompanhada de mais algumas pessoas que estavam a assistir ao concerto...